Mendonça Deixa Ministros Preoucupados Com Fala Sobre Injustiça!

Meus amigos, hoje quero compartilhar com vocês uma reflexão que me acompanha há algum tempo. É algo que vai além da política ou das decisões judiciais: é sobre a possibilidade real de transformar o Supremo Tribunal Federal (STF) em uma instituição mais alinhada com os valores da maioria da população brasileira. Acredito que todos nós já nos perguntamos como fazer para que ministros do STF parem de agir como agentes políticos, especialmente quando vemos decisões que parecem injustas ou motivadas por perseguições ideológicas.




A Lição de Nelson Rodrigues


Quando penso nesse tema, uma frase de Nelson Rodrigues ecoa na minha mente: "Se os homens de bem tivessem a ousadia dos canalhas, o mundo estaria salvo." Essa máxima me faz refletir profundamente. Quantas vezes deixamos de agir porque temos medo das consequências? Quantas vezes silenciamos diante de injustiças porque achamos que nossa voz não será ouvida? No caso do STF, vejo que alguns ministros têm a oportunidade de mudar o rumo da história, mas precisam ter coragem para isso.


Um exemplo recente é André Mendonça. Ele foi nomeado com grande expectativa por parte da direita brasileira, especialmente por sua formação evangélica e seu discurso de princípios morais. Mas será que ele está realmente cumprindo o papel que muitos esperavam? Quando leio suas declarações, vejo um homem que prega valores cristãos e justiça, mas ao analisar suas decisões no tribunal, percebo uma desconexão entre o que ele fala e o que faz.



O Caso Daniel Silveira e a Contradição


Vou ser sincero: fiquei perplexo quando André Mendonça votou pela prisão de Daniel Silveira. Aqui não se trata de concordar ou discordar das opiniões do ex-deputado, mas de entender que sua condenação foi desproporcional e politicamente motivada. Em seus discursos, Mendonça falou sobre separar o joio do trigo, sobre fazer o certo independente de interesses pessoais. Então, por que ele não aplicou esse princípio ao caso de Silveira?


Refletindo sobre isso, chego à conclusão de que talvez Mendonça ainda esteja tentando encontrar seu lugar no STF. Ele enfrenta pressões enormes de colegas que estão claramente alinhados à esquerda e que usam o tribunal como palco político. Mas, ao mesmo tempo, acho que ele precisa lembrar por que foi indicado. Não foi para seguir a cartilha dos outros ministros, mas para trazer equilíbrio ao tribunal.





O Papel Divino na Vida Pública


Como alguém que acredita em Deus, vejo o posicionamento de Mendonça no STF como uma missão divina. Não estou dizendo que ele deve tomar decisões baseadas apenas em sua fé, mas sim que ele deve agir com retidão, buscando sempre o bem comum. Como ele mesmo disse em uma de suas pregações: "Maior do que julgar um processo, maior do que decidir uma causa, é um privilégio e uma responsabilidade." Concordo plenamente.


Mas aqui está o ponto: se ele entende que seu papel é maior do que simplesmente emitir votos técnicos, então ele precisa agir de acordo com isso. Não estou pedindo que ele seja parcial ou que perseguia pessoas de esquerda, mas que defenda os princípios básicos de justiça e igualdade. Isso significa separar os casos individuais e evitar condenações generalizadas, como vimos no episódio do dia 8 de janeiro, onde pessoas que nem sequer participaram dos protestos foram tratadas como criminosas.


A Justiça e o Papel dos Ministros


Outra frase de Mendonça que me chamou atenção foi: "Pouco importam os meus interesses. Justo é fazer o certo." Essa declaração soa como um mantra para qualquer pessoa que ocupa uma posição de poder. Mas será que ele realmente está colocando isso em prática? Quando olho para as decisões recentes do STF, vejo que muitas delas são baseadas em interesses políticos, não em princípios legais ou morais.


Penso também em como ensinamos nossos filhos a agir com integridade. Dizemos a eles para sempre fazerem o certo, independentemente das consequências. Por que, então, permitimos que figuras públicas como ministros do STF ajam de forma diferente? Não podemos aceitar que decisões arbitrárias sejam tomadas em nome de ideologias ou interesses partidários. É hora de exigir transparência e coerência.





Minha Esperança para o Futuro


Confesso que às vezes me sinto frustrado com a política brasileira. Vejo tantas injustiças sendo cometidas em nome da lei, e parece que poucos têm coragem de enfrentá-las. Mas, ao mesmo tempo, mantenho a esperança de que pessoas como André Mendonça possam mudar o rumo das coisas. Ele tem uma oportunidade única de mostrar ao Brasil que é possível ser justo sem abrir mão de princípios.


Se ele realmente acredita no que prega, então deve agir de acordo com isso. Não estou pedindo milagres, mas pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença. Talvez seja hora de ele começar a questionar as decisões do tribunal, mesmo que isso signifique ir contra a maioria. Afinal, como ele mesmo disse, "justo é fazer o certo."



Conclusão: O Que Podemos Fazer?


Como cidadãos, também temos um papel importante nessa transformação. Não podemos simplesmente criticar o STF sem agir. Precisamos cobrar transparência, participar de debates e apoiar figuras que defendem nossos valores. E, acima de tudo, precisamos acreditar que mudanças são possíveis.


Se você concorda comigo, gostaria de saber sua opinião. O que você espera de ministros como André Mendonça? Acha que ele pode realmente fazer a diferença no STF? Compartilhe seus pensamentos nos comentários, e juntos podemos continuar essa conversa.


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