Surreal: Moraes Usa o Julgamento de Bolsonaro Para Fazer Palanque Político!

Algumas cenas na política e na Justiça são tão absurdas que, se não fossem gravadas e documentadas, pareceriam mentira. O que aconteceu hoje no Supremo Tribunal Federal é uma dessas situações. O ministro Alexandre de Moraes simplesmente interrompeu o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro para… fazer um discurso político. E o mais surreal: o assunto que ele escolheu abordar não tinha absolutamente nada a ver com o que estava sendo julgado.



Se isso não é um escândalo, então o que mais pode ser? Vamos analisar juntos essa sequência de eventos que deixou muitos atônitos.


A Cena Mais Bizarra do Julgamento?

Muitos podem se perguntar: isso foi a cena mais absurda do julgamento? Quase. A cena mais chocante, sem dúvidas, foi a prisão arbitrária do desembargador Sebastião Coelho. Um homem sério, advogado de um dos acusados do caso, simplesmente impedido de entrar na sessão. E por quê? Nenhuma razão convincente foi dada.


Sebastião Coelho apenas reclamou por ter sido barrado. E qual foi a resposta? Uma ordem de prisão! Sim, ele foi detido ali mesmo e depois liberado. Um completo abuso de poder, um atropelo da lei e um recado claro: a Justiça não está preocupada em seguir suas próprias regras quando isso não lhe convém.


Se você quiser ver essa cena em detalhes, já fiz um vídeo sobre isso e vou deixar o link na tela no final deste artigo.


Agora, voltando ao absurdo do dia…


Moraes e Seu Discurso Fora de Lugar

No meio do julgamento, Alexandre de Moraes parou tudo para, segundo ele, “desmentir uma narrativa totalmente inverídica”. E o que ele chamou de narrativa? O fato de que pessoas idosas e pacíficas foram presas injustamente nos eventos do 8 de janeiro.


Ele usou o tempo de julgamento para ridicularizar a ideia de que o STF estaria condenando “velhinhas com a Bíblia na mão que passeavam num domingo ensolarado” pelos prédios dos Três Poderes. Segundo Moraes, essa história seria um grande exagero, uma ficção criada para enganar as pessoas.


Mas espere um pouco. Se isso não fosse verdade, então como explicar os dados do próprio STF? Como justificar as condenações sem provas concretas?


Moraes disse que ninguém foi preso sem justificativa. No entanto, muitos dos réus foram condenados sem que houvesse evidências de que tivessem quebrado algo, ameaçado alguém ou tentado um golpe de Estado. Um exemplo emblemático foi Débora Rodrigues, condenada com base em uma foto onde aparece uma pichação feita com batom em uma estátua — algo que poderia ser facilmente removido com água e sabão. Isso justifica anos de prisão?


E não para por aí. Muitas pessoas condenadas simplesmente estavam presentes no local e nada mais. Sem provas de destruição, sem registros de violência, sem nada. Ainda assim, pegaram penas severas. Onde está a justiça nisso?


Enquanto Moraes tentava ridicularizar essa narrativa, os próprios dados que ele apresentou acabaram desmentindo sua fala. Um tiro no pé.


Os Números Que Falam Por Si Só

Vamos aos fatos. Segundo os números apresentados por Moraes:


1.029 condenações já foram proferidas no STF sobre os atos do 8 de janeiro.


43 dessas condenações são de pessoas com mais de 60 anos.


7 pessoas tinham mais de 70 anos.


32% dos condenados são mulheres.


Agora, pare para pensar. Que tipo de exército golpista é esse composto por idosos e senhoras? Como um grupo tão heterogêneo, sem armas, sem organização e sem comando, poderia representar uma ameaça real ao Estado Democrático de Direito?


Se havia pessoas que cometeram crimes reais, que se prove isso e que elas sejam responsabilizadas devidamente. Mas o que está acontecendo não é justiça, e sim uma condenação coletiva com base em narrativas fabricadas.


O Supremo Tribunal Condenando Sem Provas

Alexandre de Moraes pode tentar argumentar o quanto quiser, mas a verdade é uma só: estão condenando pessoas sem provas concretas. E mesmo que algumas dessas condenações sejam “penas baixas”, isso não torna a injustiça menor.


Uma pessoa que passa três anos presa injustamente continua sendo vítima de um abuso estatal. Mesmo que sua pena seja convertida em medidas alternativas, sua reputação e sua vida foram prejudicadas. A injustiça continua sendo uma injustiça.


E há casos ainda mais graves. Quase 200 pessoas receberam penas de mais de 10 anos de prisão. Dez anos! Uma década inteira de suas vidas arrancada por decisões arbitrárias.


E aí, Alexandre de Moraes quer convencer o Brasil de que tudo isso está correto? Quer que o povo aceite essa narrativa sem questionar?


O Palanque Político Disfarçado de Julgamento

O que Moraes fez hoje foi um discurso digno de campanha eleitoral. Ele usou um julgamento para se defender de críticas e reforçar sua posição perante a opinião pública. Mas desde quando isso é papel de um juiz?


Juízes deveriam estar preocupados com os fatos, com as provas e com a aplicação justa da lei. Mas não foi isso que vimos hoje. Vimos um ministro preocupado em criar manchetes favoráveis para os jornais, tentando controlar as narrativas e manipulando a percepção pública.


E isso nos leva a um questionamento maior: se um juiz precisa parar um julgamento para se justificar com slides e discursos emocionados, será que ele realmente está julgando com base na lei? Ou será que ele já partiu de um veredito pronto e agora só está tentando convencer a população de que está certo?


Esse comportamento não deveria ser aceitável em uma democracia.


O Perigo da Regulação das Redes Sociais

Essa atitude de Moraes também revela outra preocupação: o controle das narrativas. Por que ele sentiu a necessidade de parar um julgamento para fazer um discurso político? Simples: ele não tem força nas redes sociais.


O Supremo e o governo Lula têm a grande mídia ao seu lado, mas não dominam as redes. E é exatamente por isso que tanto insistem na ideia de “regular” o ambiente digital. Eles não querem apenas julgar nos tribunais — querem controlar o que pode e o que não pode ser dito na internet.


Se hoje eles se sentem ameaçados por uma “narrativa” que viraliza no WhatsApp e no Telegram, imagine o que farão quando tiverem poder para silenciar qualquer voz contrária.


E você, vai aceitar isso calado?


O Que Fazer Diante Disso?

Agora que você viu tudo isso, não dá para simplesmente seguir em frente sem se posicionar. Se você também acha esse julgamento um absurdo, compartilhe este vídeo nos seus grupos de WhatsApp e Telegram. Leve essa informação para o maior número possível de pessoas.


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O Brasil precisa acordar para o que está acontecendo. Não podemos permitir que a justiça se torne um instrumento de perseguição política. Faça sua parte e espalhe essa mensagem.


Nos vemos no próximo vídeo!

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