O Dossiê do PT, as Fraudes no INSS e o Jogo Sujo de Atribuição de Culpa

A Nova Investida – Quando a Esquerda Busca Um Bode Expiatório

Em pleno 2025, o Brasil assiste a uma estratégia política já conhecida:

a esquerda busca um culpado para o escândalo das fraudes no INSS. E esse nome, por mais improvável que pareça, é Jair Bolsonaro. O Partido dos Trabalhadores (PT), em parceria com aliados no Congresso, está elaborando um dossiê que tenta vincular o ex-presidente ao aumento massivo de descontos indevidos nos benefícios previdenciários — mesmo sabendo que ele não tem provas reais contra ele.

A narrativa montada é simples:

“O problema do INSS não começou com Lula, mas piorou sob seu governo. E isso se deve a medidas tomadas durante o mandato anterior.”

Só que há algo errado aqui.

Bolsonaro saiu da presidência em 2022.

As maiores explosões de fraude começaram só em 2023, após Lula assumir novamente o poder.

E ainda assim, o alvo principal continua sendo o ex-presidente, enquanto as falhas reais do atual governo são ignoradas.


Será que essa tentativa de jogar culpa no passado vai realmente enganar alguém?

Ou será mais um movimento desesperado para escapar de investigações?

A Doação Simbólica – Um Real Que Vira Arma Político-Judicial

Um dos pontos centrais do dossiê é uma doação simbólica feita por um homem conhecido como “careca do INSS” — um funcionário público ligado à área previdenciária — ao então candidato Jair Bolsonaro. O valor? Um real.

Isso mesmo:

Um único real.

Essa contribuição, obviamente, não tem peso financeiro nenhum. Não financiou campanha, não pagou anúncio, nem sequer comprou um adesivo. Mas agora, ela virou peça central de uma narrativa que tenta vincular Bolsonaro a um esquema bilionário de corrupção no INSS.

“Essa doação não representa apoio real. É só uma manobra para incluir o nome de Bolsonaro na história.”

E ele tem razão.

Porque se você pode usar um real para construir um caso político, qualquer um pode ser investigado.

E isso abre precedentes perigosos.

Se a esquerda consegue construir um dossiê com base nisso, qual limite ela teria para atacar outras figuras?

O Desespero do PT – Atirando pra Todos os Lados

O PT sabe que está encurralado.

A economia segue frágil.

A inflação persiste.

E pesquisas mostram que Lula mal chega a 30% de aprovação nacional.

Diante disso, a única forma de se manter relevante é criar inimigos.

E o maior deles, claro, é Bolsonaro.

O objetivo do dossiê é claro:

desviar a atenção da CPI do INSS, que pode revelar ligações entre sindicatos próximos ao irmão de Lula e o aumento de fraudes.

E para isso, eles estão vasculhando documentos antigos, conversas sigilosas e até mensagens trocadas antes da posse de Bolsonaro, na esperança de encontrar algo que o incrimine.

Mas o que encontraram?

Nada.

Zero.

Provavelmente, um histórico limpo, onde as principais irregularidades aparecem depois da volta de Lula ao Planalto.

Quando a Corrupção Piora Com Quem Prometia Combater

O escândalo do INSS envolve bilhões.

Relatórios internos apontam que os descontos irregulares saltaram de 700 casos por mês em 2022 para mais de 1.300 em 2023.

E a responsabilidade direta dessa aceleração está no ministro Carlos Lupe, indicado por Lula, que assinou uma série de medidas que derrubaram os mecanismos de controle criados pela MP 871, de Bolsonaro.

Essa medida, vigente desde 2019, exigia biometria, validação digital e limites claros para desbloquear consignados.

Foi justamente isso que reduziu as fraudes.

Mas quando Lula chegou, ele decidiu revogar essas regras, alegando proteção aos aposentados.

Na prática, abriu as porteiras para que criminosos voltassem a agir com liberdade total.


Quantos de vocês já tiveram ou conhecem alguém que teve desconto automático sem autorização?

Quantos viram seus benefícios bloqueados injustamente após o novo governo assumir?

Esse é o resultado da mudança de gestão.

Os Conselhos que Voltaram – Uma Estrutura que Bolsonaro Queria Acabar

Outro ponto é a relação entre fraudes e os conselhos governamentais, muitos dos quais foram reativados por Lula após anos de redução sob o governo anterior.

Bolsonaro tentou extinguir boa parte desses órgãos. Ele via neles um foco de desperdício, clientelismo e corrupção institucionalizada. Mas o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a medida inconstitucional, mantendo a estrutura viva.

E agora, Lula reviveu esse modelo.

Criou novos conselhos.

Nomeou aliados políticos para cargos estratégicos.

E os mesmos nomes que eram criticados no passado estão de volta ao jogo.

Alguns deles estão ligados a Frei Chico, irmão do presidente, que hoje lidera o Sindicato Nacional dos Aposentados (Sinap).

E outros têm relação com entidades que já foram investigadas por desvios em programas sociais anteriores.

A Guerra dos Conselhos – Onde Tudo Começou a Dar Errado

A análise mostra que muitas das entidades envolvidas nas fraudes do INSS têm ligações com os conselhos restabelecidos por Lula.

Elas têm acesso privilegiado a informações sensíveis.

Têm influência sobre os processos técnicos.

E, principalmente, têm históricos de convênios suspeitos com o governo federal.

“A gente viu isso antes. Essa cultura de corrupção não surgiu com Bolsonaro. Ela foi revitalizada com Lula.”

E isso explica por que o escândalo cresceu tanto em dois anos.

Enquanto Bolsonaro tentava reduzir o papel dessas entidades,

Lula as colocou de volta ao centro da máquina pública.

E quem pagou o preço foi o cidadão comum, que hoje sofre com cobranças indevidas e contas bloqueadas sem explicação.

A CPMI e a Guerra de Investigação – Quem Está Realmente Protegido?

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS foi criada para investigar o aumento de fraudes. Mas até agora, o foco parece estar mais em Bolsonaro do que em Lula.

Várias entidades ligadas ao ex-presidente foram chamadas para depor.

Mas as ligações com Frei Chico e o Sinap permanecem pouco exploradas.

Isso não é coincidência.

É estratégia.

É uma tentativa de criar uma narrativa equilibrada, enquanto protege setores que realmente precisam de luz.

E isso gera uma pergunta crucial:

“Por que, se o problema aumentou sob o governo Lula, o foco das investigações continua em Bolsonaro?”

A Linha do Tempo – De 2022 Para 2023, o INSS Virou uma Zona de Risco

Antes de Lula assumir, o INSS era um órgão com problemas, mas relativamente controlado.

A MP 871, embora polêmica, conseguiu reduzir drasticamente as fraudes.

Empresas que antes lucravam com descontos ilegais começaram a perder espaço.

Mas em janeiro de 2023, tudo mudou.

Carlos Lupe, ministro do INSS, assinou uma nova instrução normativa que revogou as exigências de biometria e validação prévia.

E o resultado foi imediato:

Mais fraudes.

Mais aposentados prejudicados.

Mais dinheiro público roubado.

E agora, esse documento é usado como base para isentar Lula da culpa, enquanto o nome de Bolsonaro é arrastado para o debate.

O Sistema de Leilão – Como Bancos Se Beneficiam da Falha Regulatória

Um dos grandes vilões do escândalo é o leilão da folha de pagamento do INSS.

Desde 2020, bancos disputam o controle das contas dos beneficiários, e isso gerou um mercado bilionário.

Com a flexibilização de regras, essa disputa virou oportunidade para golpes sistemáticos.

Agora, grandes instituições financeiras usam brechas para fazer descontos automáticos, muitas vezes sem consentimento do titular.

E os aposentados, que vivem de salário mínimo, acabam perdendo até R$ 300 por mês em parcelas não solicitadas.

“Essa não é só uma falha de fiscalização. É uma escolha deliberada que favorece interesses específicos.”

E o pior:

Essa escolha veio do próprio Palácio do Planalto.

A Nova Cultura de Corrupção – Quando a Prática Vira Política de Estado

A corrupção no INSS não é nova. Ela existe há décadas, atravessando governos de todos os lados. Mas ela nunca foi tão ampla quanto agora.

O aumento de 600% nos repasses ao Sinap, por exemplo, não é casual.

É parte de um padrão maior, onde interesses políticos definem quem ganha e quem perde dentro do sistema previdenciário.

E isso coloca o país diante de uma crise de credibilidade, onde ninguém confia mais no INSS, nem mesmo seus próprios servidores.

Imagine você, trabalhador comum, tentando entender por que tem uma dívida de R$ 5 mil registrada no seu CPF, e você nunca assinou nada.

Isso é o que milhões de brasileiros enfrentam diariamente.

E a resposta do governo é: culpar o passado.

O STF e a Manutenção dos Conselhos – Quando a Justiça Judicializa o Presente

O Supremo Tribunal Federal também entra nessa discussão. Em 2019, o tribunal barrou a extinção de vários conselhos, dizendo que eles faziam parte da democracia participativa.

Hoje, esses mesmos conselhos são citados em investigações por corrupção.

E o pior: alguns deles são presididos por pessoas ligadas a Lula, Frei Chico e até Janja Ferreira.

A ironia é cruel:

Alexandre de Moraes, que antes defendia a manutenção dessas estruturas, agora assiste perplexo enquanto elas viram centros de lavagem de recursos e manipulação de dados públicos.

“O STF quer julgar o INSS, mas ele mesmo está sujo.”

A Dinâmica da Corrupção – Quando o Passado Não Explica o Hoje

A narrativa petista insiste que as práticas corruptas do INSS são antigas, existindo desde governos anteriores ao de Bolsonaro.

E tecnicamente, isso é verdade.

Mas o que ninguém menciona é que elas estavam contidas até 2022.

Foi só com a volta de Lula que o sistema voltou a sangrar, e que milhares de brasileiros começaram a ser vítimas de descontos sem consentimento.

E isso não é só má gestão.

É uma escolha política.

É uma decisão deliberada de priorizar grupos específicos, mesmo que isso signifique abrir mão da segurança do cidadão.

Então, a pergunta que fica no ar é essa:

Qual governo realmente combateu as fraudes?

O de Bolsonaro, que endureceu regras e reduziu os casos...

Ou o de Lula, que relaxou protocolos e viu o número de golpes dobrar?

Conclusão – O Escândalo do INSS e o Falso Debate sobre Bolsonaro

Este artigo não é contra o INSS.

É contra o uso político da máquina pública.

É contra a tentativa de culpar um homem que já saiu do jogo, enquanto outros continuam roubando sob olhar complacente do Executivo.

O dossiê do PT não tem provas reais.

Tem acusações vagas.

Tem conexões forçadas.

Tem até uma doação de um real usada como evidência de corrupção.

Mas o que ele não tem é honestidade.

E o que ele ignora é óbvio:

O verdadeiro escândalo começou depois de Lula assumir.

O aumento de fraudes aconteceu com suas decisões.

E o maior beneficiário não é Bolsonaro, mas sua própria família.

E se nada mudar,

o Brasil seguirá perdendo tempo com falsos vilões,

enquanto verdadeiros ladrões seguem impunes.

E você, cidadão comum,

continuará sofrendo as consequências.

Porque não é só o INSS que está quebrado.

A confiança do povo também.


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